Preços do Apple Watch no Brasil: de R$ 1.799 a R$ 98.000
O valor de R$ 1.799 se refere ao Apple Watch Sport de 38 mm, o modelo mais básico do relógio, com pulseira de borracha e caixa de alumínio. Para o modelo com caixa maior, de 42 mm, o preço já subiria para R$ 2.099, de acordo com a publicação. Nos Estados Unidos, eles custam US$ 349 e US$ 399, respectivamente.

Apple Watch Sport: de R$ 1.799 a R$ 2.099
Um modelo mais sofisticado do Apple Watch, com caixa de aço inoxidável e pulseira metálica, sairia por algo entre R$ 3.499 e R$ 6.199. E quem se impressionou com os US$ 17 mil cobrados pelo Apple Watch Edition mais caro deve perceber que o valor não é tão alto quando comparado com o Brasil: por aqui, o modelo sairia por R$ 98 mil.

Apple Watch com pulseira estilo milanês: de R$ 3.499 a R$ 3.799

Apple Watch Edition com pulseira de fecho clássico: apenas R$ 85.000
Esta é a lista dos possíveis preços do Apple Watch no Brasil (entre parênteses, o valor cobrado nos Estados Unidos):
Ministro das Comunicações promete internet de 25 Mbps até 2018
O ministro das Comunicações, Ricardo Berzoini, em audiência pública na Câmara dos Deputados, afirmou que a meta do governo é alcançar 95% da população brasileira com internet banda larga com conexão média de 25 Mbps até 2018.
A meta é prioridade do plano de universalização da banda larga, o “Plano Banda Larga Para Todos” que, segundo o ministro, está sendo finalizado pelo governo e deve ser anunciado em breve.
“O Brasil não ocupa uma posição das melhores em termos de infraestrutura por causa de desigualdades que ocorrem em todos os segmentos no País. Na média a situação do Brasil em telecomunicações não é ruim, mas ainda há uma disparidade muito grande. O nosso grande desafio é avançar na infraestrutura não do ponto de vista de uma média, mas da inclusão de todos”, afirmou Berzoini.

Operadoras
O ministro admitiu as queixas sobre a qualidade dos serviços de internet e telefonia móvel e disse que a Anatel tem se esforçado para punir as operadoras quando necessário. Segundo ele, a qualidade dos serviços deve melhorar com a aprovação de uma lei que permitirá às empresas instalarem mais equipamentos de transmissão e recepção pelo Brasil.
De acordo com Reuters
Nova série de Dragon Ball chega em julho!
Há 18 anos o último episódio de Dragon Ball foi exibido na TV (sim, você está velhx), deixando muita saudade em todos os fãs do anime. Mas a série está de volta! A nova temporada foi anunciada para julho deste ano e contará com roteiro original de Akira Toriyama, o autor da série – vale lembrar que a série Dragon Ball GT não foi escrita por ele.
Super Dragon Ball, como será chamada a nova temporada, contará os eventos a partir da vitória de Goku contra Majin Buu, ignorando os acontecimentos da série GT. O produtor da Fuji TV, Osamu Nozaki disse que já recebeu o roteiro escrito por Akira Toriyama e que está muito animado com a possibilidade de um inimigo mais forte do que Freeza, Cell ou Buu.

A última série de Dragon Ball foi Dragon Ball GT, que foi ao ar, no Japão, entre 1996 e 1997 (no Brasil, a série acabou em 2003). Nesse meio tempo diversos filmes do universo Dragon Ball foram lançados. O último deles, A Batalha dos Deuses, de 2013, também com roteiro original de Toryiama, não foi bem recebido pelos fãs. A pergunta está lançada: a temporada Super será tão marcante quanto a Z?
Saiba como cancelar propagandas de operadoras em seu celular
Nos últimos anos, o aumento no número de mensagens de texto (SMS) com propaganda no celular se tornou motivo de grande irritação para os consumidores brasileiros. Para pôr um fim nos excessos cometidos pelas operadoras, a ANATEL- Agência Nacional de Telecomunicações – determinou que as empresas ofereçam a opção de cancelar os torpedos comerciais.
A decisão foi tomada depois que as operadoras estavam incluindo cláusulas de obrigatoriedade para recebimento das mensagens nos contratos de prestação de serviço e no regulamento de promoções.

Agora os usuários de telefonia móvel poderão escolher se querem, ou não, as mensagens de cunho publicitário. Confira!
Brasil lidera ranking de assassinatos de ambientalista em 2014
Todas as semanas, duas pessoas são mortas no planeta por lutar contra a destruição ambiental, de acordo com o relatório How Many More?, desenvolvido pela ONG Global Witness.
O relatório é realizado desde 2002 e contabiliza o número de assassinatos de ativistas ambientais – a maioria é morta durante confrontos policiais, outros por profissionais.
Assim, em 2014, 116 pessoas foram assassinadas em 17 países – um aumento de 20% em relação ao ano anterior. Vinte e nove destes crimes aconteceram no Brasil. Segue-se a Colômbia, com 25 casos, as Filipinas (15), Honduras (12), Peru (9) e Guatemala (5).
A América do Sul e Central são as zonas onde ocorrem grande parte dos conflitos – e onde há mais vítimas mortais. Os crimes são provocados, sobretudo, por disputas de terra. Também há crimes devido à utilização de água, construção de barragens, desflorestação, agropecuária e mineração.
De acordo com o relatório, 40% das vítimas são indígenas. Honduras é o país que tem acumulado o maior número de mortes de ambientalistas nos últimos anos. Entre 2002 e 2014, 111 ativistas perderam a vida.
“Nas Honduras e em todo o mundo, os defensores do ambiente estão sendo mortos a tiros em plena luz do dia, sequestrados, ameaçados ou julgados como terroristas porque estavam no caminho do chamado desenvolvimento“, afirmou Billy Kyte, representante da Global Witness. “Os verdadeiros autores desses crimes – um poderoso elo de interesses corporativos e estatais – estão escapando impunes. São necessárias medidas urgentes para proteger os cidadãos e levar os agressores à justiça.”
A organização britânica acredita que o número de assassinatos seja ainda maior, já que muitos não são registados ou passam despercebidos pelas autoridades locais.

Brasileiro vai as finais de competição de engenharia nos EUA promovida pela Cornell University e Intel
Estudantes da University of Colorado Denver, Estados Unidos, desenvolvem projeto que promete revolucionar o jeito que robôs operam através de um módulo que atua na navegação, controle e visão de robôs.
O projeto inicio em Setembro de 2014 quando os alunos Skyler Saleh, Antonio Duarte, Bruno Mary e Xin Li, entre eles um brasileiro (Antonio), e o professor orientador Dr. Dan Connors, se inscreveram para a competição nacional entre universidades americanas Intel-Conell Cup 2015. O objetivo da competição é a criação de projetos relacionados a sistemas embarcados, utilizando dispositivos da Intel e tecnologias que a equipe julgar necessária para o desenvolvimento do projeto.

O Team Stratus desenvolveu ao longo de 8 meses um novo sistema de mapeamento e localização (do inglês, Simultaneous localization and mapping, SLAM), que dá a capacidade do robô criar um mapa 3D do ambiente para conseguir navegar através de objetos sem se chocar, evitando prejuízos com colisões. Essa tecnologia ainda pode ser utilizada para a digitalização de cenas onde o ser humano não tem fácil acesso, por exemplo, em montanhas com riscos de desmoronamento, e assim ajudar a prevenir riscos.
O projeto ainda inclui uma infra-estrutura de comunicação que integra os diferentes módulos, como computador, controle remotos e diferentes robôs utilizados para demonstrar a tecnologia, a exemplo do Stratuscopter e Stratusrover ao lado (ou acima). Essa comunicação é
Projetista americano inventa sapatos que crescem com a criança
As crianças gastam sapatos a uma velocidade inacreditável, à medida que vão crescendo e os tênis ou botas compradas há dois ou três meses… deixam de servir. No entanto, o inventor Kenton Lee desenvolveu um sapato que não só pode crescer cinco números e durar cinco anos como ajudar, desta forma, crianças desfavorecidas e de países em desenvolvimento.
Segundo o Independent, Lee vivia e trabalhava em Nairobi, no Quênia, quando de lembrou de criar o The Shoe That Grows – “O sapato que cresce”, em português. “Acredito em produtos inovadores que podem ajudar as pessoas que estão na pobreza extrema de todo o mundo, ajudando-as de forma prática e verdadeiramente simples”, explicou Lee.
Os novos sapatos pode ajudar a calçar milhões de crianças que, todos os dias, vão descalças para a escola e que são infectadas por doenças transmitidas pelo solo.
O sapato pode durar cinco ou mais anos porque, segundo o seu inventor, é fabricado por materiais de qualidade. “Não tem partes mecânicas que se possam partir”, explica o The Shoe That Grows no seu site.

É fácil de calçar e limpar e vem em tamanho pequeno – da creche até à 4ª classe; e grande – do 5º ou 9º ano. Como pode ver no vídeo abaixo, o sapato pode expandir-se em três locais diferentes, permitindo
Saiba como as mulheres conquistaram a engenharia
Pouco tempo atrás a engenharia era vista como um campo de atuação masculino. Felizmente, os tempos estão mudando e a presença feminina está cada vez maior. E não, este fato não se deve somente à criação de novos cursos de engenharia (aqueles erroneamente chamados de “engenharia de mulherzinha”), a presença feminina também aumentou em cursos tradicionais de engenharia.
Imagem: engineeringschools.com
No passado, as mulheres foram excluídas da ciência, recebendo como atribuição apenas as tarefas domésticas. Estes costumes permaneceram até o século 19 e, ainda em muitos países as mulheres eram proibidas de frequentar uma universidade. Marie Curie representa bem o ingresso das mulheres na ciência. Famosa por suas descobertas científicas, foi a primeira mulher a dar aulas em um curso superior na França, onde estimulava suas alunas ao interesse científico com experimentos antes restritos aos homens. Além disso, Curie também foi a primeira mulher a receber um Nobel (e ela o fez duas vezes), enfrentando o preconceito e
“E também as escolas deveriam ser inovadoras?”
A resposta, como na semana passada, definitivamente também é SIM! São as instituições de ensino, em qualquer nível, elementos de fundamental importância na formação dos novos membros de uma sociedade em rápida mutação. Portanto, deverão propiciar a eles todas as oportunidades para que se realizem nesta sociedade de modo pleno, pessoal e socialmente – e isto se fará através da utilização de uma pedagogia inovadora e apropriada aos tempos atuais…

Figura de planetasustentavel.abril.com.br, obtida do Google Imagens, acessado em 16 de abril
de 2015
E como são os nossos alunos do Século XXI, ou “clientes” das escolas, se assim podemos chamá-los, apenas para facilitar o raciocínio? (1)
54% desejam sua independência, através de uma empresa própria, etc.
Buscam resultados em curto prazo
Trabalham na economia produtiva, e procuram usar força coletiva
Trabalham com outras gerações desde que haja respeito mútuo, igualdade, e troca de conhecimentos
Procuram ambientes alternativos de aprendizado, ao invés de apenas fazer faculdade
Trabalham em um propósito que carregam de formas diferentes em momentos diferentes e que permeia todos os ambientes de sua vida
No trabalho buscam mobilidade, ambiente compartilhado, e aprender novos “skills”
E aí está o grande desafio das instituições de ensino! Serão inovadoras à medida que cumprirem seu papel com tal clientela! São novos paradigmas, que sempre trazem em seu bojo muitas ameaças, mas também muitas oportunidades!
Referência:
(1) “Innovation Camp”, realizado no Inhotim, Belo Horizonte (MG), em 21 e 22 de agosto de 2013, patrocinado pelo Sistema Mineiro de Inovação (SIMI), e organizado pelo Instituto Inovação (Belo Horizonte – MG)