sexta-feira, 24 de abril de 2015

Tecnologia transforma água do mar em água potável

Tecnologia transforma água do mar em água potável

Pesquisadores do MIT e membros da empresa indianaJain Irrigation System criaram um método que transforma a água salgada em potável. Essa criação lhes garantiu vitória no desafio da USAID, um órgão do governo dos EUA que lida com pessoas que passam necessidades, e um prêmio de US$ 125 mil.
O desafio tinha como objetivo criar um sistema simples e barato que pudesse fornecer água limpa para comunidades rurais em países que estão em desenvolvimento.
Como funciona?

O sistema usa a técnica de eletrodiálise. Nela, o sal é dissolvido na água e se transforma em partículas com cargas elétricas positivas e negativas, sendo assim, o sistema usa membranas elétricas que atraem as cargas como se fossem imãs.
Natasha Wright, doutoranda no MIT e uma das criadoras do sistema, disse ao jornal Boston Globe que: “Funciona como um circuito elétrico. Os íons são puxados para fora da água em direção aos eletrodos.” A pesquisadora ainda ressaltou que apenas 5% da água são perdidos nesse processo.

O processo de tirar o sal da água utiliza baterias similares às de carros e caminhões. Elas são carregadas durante o dia e utilizam painéis que captam energia solar, caracterizando um sistema ecológico.
A água convertida em uma unidade poderia ser utilizada para irrigar uma pequena plantação ou ser fornecida para em média cinco pessoas. Apesar de o foco do projeto serem países em desenvolvimento, a invenção pode ser importante também para grandes áreas metropolitanas, principalmente as que estão enfrentando crises hídricas.




De acordo com Boston Globe

Lei em Recife torna obrigatório telhado verde em novas construções

Lei em Recife torna obrigatório telhado verde em novas construções



Sustentabilidade e qualidade de vida são assuntos que estão em pauta em todas as grandes cidades do mundo.
No Brasil não é diferente - prova disso é a nova lei sancionada em Recife: telhados verdes serão obrigatórios nas novas construções da cidade.



O principal objetivo da nova legislação é

Professor americano cria método que ajuda a emagrecer mudando a decoração da sua cozinha

Professor americano cria método que ajuda a emagrecer mudando a decoração da sua cozinha



Seja proposital ou inconsciente, o design e a decoração de restaurantes, supermercados e até mesmo de nossas cozinhas influenciam nos hábitos alimentares. Fatores como luminosidade, organização, cores, e objetos expostos acabam gerando gatilhos, que nos fazem comer mais, desejar determinados tipos de alimentos ou beliscar entre as refeições.
O livro Slim by Design: Mindless Eating Solutions for Everyday Life, do professor e pesquisador americano Brian Wansink, traz dicas de como perder peso através de mudanças no design e na organização da sua cozinha.
Mas o que deve ser modificado: sua cozinha ou a relação com seu corpo e sua alimentação? O livro aborda o emagrecimento aliado à decoração, mas a reeducação alimentar consciente e prazerosa para a autoestima acaba ficando de lado. Em um dos capítulos, por exemplo, Wansink sugere não fazer de sua cozinha um espaço confortável para receber amigos, pois “isso significa menos tempo mastigando chips ou biscoitos”.
Pensando nisso, reunimos sugestões que, além de renovarem a aparência da sua cozinha, podem contribuir para uma alimentação mais saudável, cuidadosa e para manter uma relação harmônica com os alimentos.

Projeto Fi: O serviço de conexão móvel da Google

Projeto Fi: O serviço de conexão móvel da Google

A Google está a um bom tempo trabalhando em um projeto para lançar seu próprio serviço de conexão móvel, e agora foi divulgado, chama-se Projeto Fi, que por enquanto está disponível apenas para o Nexus 6. Para usa-lo, será necessário um cartão SIM específico. Ele funcionará tanto com os Nexus 6 que já foram vendidos, quanto com aparelhos a serem adquiridos.
A empresa utilizará os equipamentos das redes de telecomunicações T-Mobile e Sprint, O Projeto Fi irá procurar o melhor sinal e se conectar automaticamente, além das duas operadoras, o sistema também usará redes Wi-Fi que sejam registradas.
Ao utilizar o “Project Fi” pagará apenas US$ 20 por mês, o serviço básico oferece chamadas de voz, mensagens, Wi-Fi e roaming internacional sem taxas em mais de 120 países. É possível também contratar por US$ 10 cada gigabyte adicional, e ainda com reembolso se caso não usar tudo que contratou, por exemplo se você contratou 5 GB adicionais e usou apenas 3GB, a companhia irá devolver o valor proporcional ao que foi utilizado.



E ainda de acordo com o Google, o número telefônico ficará na nuvem. Ou seja, será possível fazer ligações e enviar mensagens usando o número mesmo que não esteja com o celular, será possível fazer tudo de um notebook.
Por enquanto o projeto Fi está sendo oferecido somente nos Estados Unidos, pois está em fase inicial. Agora é esperar para que venha logo para o Brasil.


Para saber mais visite o site do projeto – Apenas em Inglês


Abaixo assista ao vídeo de apresentação do Projeto Fi.


Maior experiência cientifica do mundo vai ser reativada dois anos depois

Maior experiência cientifica do mundo vai ser reativada dois anos depois

Antes de ser suspensa, no final de 2013, a Large Hadron Collider (LHC) tornou-se famosa por ajudar a descobrir o Bóson de Higgs – e que valeu a Peter Higgs e François Englert o prémio Nobel da Física em 2013.
Esta semana, quase dois anos depois, a maior experiência científica desde sempre vai reiniciar-se. É que, ainda que a LHC ter conseguido um dos seus objetivos mais significativos – ajudar a descobrir o bóson de Higgs – o seu propósito ainda não está completo. A máquina ainda tem a energia e agilidade suficiente para responder a questões que ainda deixam os físicos sem resposta.
“Na nossa primeira missão tínhamos uma base teórica muito forte para encontrarmos o bóson de Higgs. Agora não temos nada tão claro em mente”, explicou à revista Nature Tara Shears, física de partículas na Universidade de Liverpool, Inglaterra.
A LHC utiliza correntes elétricas poderosas e campos magnéticos para acelerar dois feixes de prótons em direções opostas, num raio de 27 quilômetros e quase à velocidade da luz, fazendo-os colidir.
O resultado é uma espécie de fogo-de-artifício de partículas altamente enérgicas, que podem incluir outras mais raras e de curta duração. Estas imediatamente transformam-se em partículas mais comuns e leves mas, se tudo correr bem, não antes que os detectores de partículas gravem estas colisões, ajudando a estudá-las. Feixes mais intensos significam mais colisões e uma maior hipótese de observar os fenômenos raros.



“Existe toda uma nova região de energia à nossa espera, para a descobrirmos”, explicou Alice Bean, física de partículas que trabalhou com a LHC. As melhorias do equipamento custaram €137 milhões e irão aumentar em 20% a utilização de energia do CERN – Centro Europeu para a Pesquisa Nuclear – até aos €60 milhões.

Imagem de Mark Hillary / Creative Commons

Terra tornou-se mais verde na última década

Terra tornou-se mais verde na última década

A quantidade de área vegetal da Terra aumentou em 4 bilhões de toneladas na última década, segundo uma pesquisa realizada por um grupo de cientistas australianos e publicada na Nature Climate Change.
O estudo revela que o crescimento aconteceu principalmente nas regiões da Austrália e da África, apesar de todas as ações destrutivas realizadas pelo homem.
De 2003 a 2012, cientistas de diversas universidades australianas, entre elas a New South Wales, utilizaram satélites para mapear a área vegetal do mundo todo. Para realizar a análise, eles utilizaram uma nova técnica de radiofrequência, que capta as ondas de biomassa na superfície da Terra.
A partir desses dados, eles puderam comparar os últimos 20 anos, que mostraram o aumento da desflorestação das florestas tropicais e o crescimento da vegetação seca na Austrália, nos últimos 10 anos. Ainda assim, este crescimento aconteceu em zonas de savanas, a vegetação formada por gramínea, árvores e arbustos, que é típica de clima tropicais.
Apesar de o aumento da vegetação ser uma boa notícia, isso não resolve o problema do aquecimento global, já que as emissões de carbono continuam a crescer. Em 2013, as atividades humanas libertaram mais 39,8 bilhões de toneladas de dióxido de carbono para a atmosfera.



Por outro lado, as árvores só conseguem absorver um quarto do CO2 da Terra – ou seja, só conseguem retardar o processo de degradação climática.

Imagem de McKay Savage / Creative Commons

quinta-feira, 23 de abril de 2015

Cientistas descobrem a causa do zumbido misterioso da Terra

Cientistas descobrem a causa do zumbido misterioso da Terra

Um estudo desenvolvido pelo Instituto Francês de Pesquisa e da Exploração do Mar e do Instituto de Física da Terra de Paris descobriu finalmente qual a causa do misterioso zumbido produzido pelo Planeta Terra.
De acordo com o relatório, publicado na revista Geophysical Research Letters, o barulho constante feito pelo planeta deve-se às ondas do oceano.
No final da década de 90, os sismólogos descobriram que o planeta vibra em frequências muito baixas, mesmo quando não há terremotos. Esta atividade é muito fraca para os seres humanos a sentirem, mas ela existe.
Na verdade, muitos cientistas já tinham admitido que as ondas do oceano poderiam explicar o zumbido incomum do nosso Planeta. Segundo o Live Science, eles propuseram que as vibrações são geradas por grandes ondas, que se podem estender até ao fundo do mar. Estas ondas podem abalar a Terra conforme alcançam os cumes do fundo do mar e as plataformas continentais subaquáticas. Outra ideia sugerida é que a colisão de ondas do mar entre si desencadeia esses tremores.
Nenhuma destas hipóteses, porém, poderia ser a única responsável por todas as vibrações, pelo que o novo estudo combinou estas duas ideias num modelo que responde a todos os sinais microssísmicos.

Utilizando modelos computacionais que levaram em conta o oceano, os ventos e o fundo do mar, os cientistas descobriram que a colisão de ondas do mar pode gerar ondas sísmicas que levam 13 segundos ou menos para completar uma ondulação. Quando se trata de ondas lentas, eles descobriram que as que se deslocam ao longo do fundo do mar podem gerar ondas sísmicas com uma frequência de 13 a 300 segundos.




A maior parte do zumbido misterioso da Terra, segundo os cientistas, vem dessas ondas mais longas.
Uma das boas notícias deste estudo é que uma melhor compreensão destas vibrações é fulcral para ajudar os cientistas a gerar melhores mapas do interior da Terra, uma vez que estas ondas sísmicas penetram profundamente no manto do Planeta e, possivelmente, chegam até ao seu núcleo.


Imagem de Esparta Palma / Creative Commons

quarta-feira, 22 de abril de 2015

WhatsApp para Android ganha visual Material Design, sabia como baixar

WhatsApp para Android ganha visual Material Design, sabia como baixar

Através do site oficial, o WhatsApp disponibilizou um novo APK, mais precisamente a versão 2.12.38, que traz grandes mudanças visuais.
A inspiração é a linha Material Design, adotada pela Google a partir do Android 5.0. A estrutura de guias se manteve inalterada, mas os tons de verde utilizados na plataforma ganharam outra tonalidade.
No canto inferior direito, o botão para gravação de áudio ou envio de mensagens de texto se destaca, por sua vez.


Veja abaixo como ficou. Imagens por Wikerson Landim do Tecmundo








Outra mudança significativa são os botões do menu. O acesso às ferramentas Galeria, Foto, Vídeo, Áudio, Local e Contato agora é feito por botões com visual bem característicos da plataforma Android. Se você gostou da novidade, basta acessar este link para fazer o download da nova versão.

Japonês inventa escova de dentes que não precisa de creme dental

Japonês inventa escova de dentes que não precisa de creme dental

O japonês Kosho Ueshima, do The Industrial Design Studio, aproveitou a Milan Design Week para apresentar a Misoka, uma escova de dentes que recorre à nanotecnologia para limpar os nossos dentes sem ser necessário creme dental.
Para desenvolver esta escova, o designer uniu-se à Yumeshokunin, criando uma escova de dentes com revestimento em íons minerais nanométricos que, em contato com a água, retiram as manchas e mantêm os dentes limpos e brilhantes durante todo o dia.




Veja mais fotos.

“Mas será que realmente temos que ser sempre inovadores?”

“Mas será que realmente temos que ser sempre inovadores?”

A resposta à pergunta que dá o título a esta reflexão é: definitivamente SIM!
Isto porque tudo está mudando cada muito rapidamente. Inclusive este fato tem sido muito motivado pela rapidíssima evolução da tecnologia (nossa “praia” de engenheiros…).
Mas tem mais: conforme a empresa de consultoria “Sparks & Honey”, em sua publicação “20 Jobs of the Future”, podemos constatar o seguinte:


 “60% dos melhores empregos dos próximos 10 anos ainda não foram sequer criados”;


 “No passado, as carreiras eram estáveis, lineares e simples. As pessoas escolhiam um caminho e o percorriam durante todo o curso de sua vida, da faculdade até a aposentadoria”;

 Na nossa época, a da informação e da tecnologia, as carreiras sofrem mudanças exponenciais: as carreiras agora são complexas, fragmentadas, especializadas, colaborativas, e sempre envolventes. “O mais comum é que a vida do trabalho seja feita de um portfólio de micro- carreiras”.

É uma substancial mudança de paradigma, que nos afeta a todos: profissionais, professores, alunos, etc… É época de inovação, mesmo que seja para nos adaptarmos a este novo mundo!


Imagem do Google Imagens, acessado em 15 de abril de 2015, em verenafotografia.wordpress.com