Descubra as cidades mais coloridas ao redor do mundo! O portal GuiaViajarMelhor.com copilou uma lista do site Skyscanner com algumas das cidades mais charmosas ao redor mundo. Sempre que chegamos em uma cidade nova, nossos olhos se interessam por grandes monumentos, arquitetura local e paisagens. Alguns lugares ao redor do mundo conseguem conquistar os turistas utilizando apenas a cor, do Brasil à Groenlândia, separamos diversas cidades inspiradoras, que chamam atenção com cores vibrantes e mostram como a vida pode ser mais alegre e aconchegante com um simples capricho. Confira a seleção: Ilha de Amorgos - Grécia Willemstad - Curaçao
Você engenheiro ou estudante de engenharia ou ainda, um leitor querido do Engenharia é:, sabe que um bom motorista sabe que muito mais que ligar um ponto ao outro, a estrada é parte fundamental de uma boa viagem. Uma viagem, seja de carro ou de ônibus, apesar de demorar mais, pode proporcionar momentos incríveis. Separamos algumas estradas espalhadas no Brasil que proporcionam paisagens que chamam a atenção de muitos motoristas. Confira: Estrada Graciosa (Paraná) A estrada Graciosa está localizada no litoral do estado do Paraná e possui apenas 33 km, o percurso vai de Curitiba até Morretes e é cercado de mirantes com vista para belos rios e cascatas. A estrada não permite a circulação de caminhões e ônibus ajudando na sua conservação e segurança.
Rota do Sol (Rio Grande do Norte) Com apenas 53 km de extensão a famosa Rota do Sol, liga
Trata-se de Jacques Lewkowicz, da agência Lew’Lara/TBWA, que aos 70 anos acaba de se tornar estagiário do Google. “Um dos maiores criativos do país, com 17 Leões de Cannes e autor de clássicos como a lei de Gérson, aquele que queria ganhar vantagem em tudo nas campanhas do cigarro Vila Rica, e “Eu sou você amanhã”, que virou o “efeito Orloff”, Lew achou que ia conseguir preencher o tempo da aposentadoria numa temporada de estudos em Nova York. “Mas tive uma crise de abstinência”, brinca o publicitário, com crachá de estagiário do Google no pescoço.
10 profissões mais bem pagas e bem menos estressantes
Você pode não acreditar, mas realmente existem profissões pouco estressantes e com um belo de um salário. Um consultor de carreira americano, Laurence Shatkin, fez um estudo comparando os níveis de 767 ocupações registradas no Departamento Americano do Trabalho para identificar os trabalhos com a perfeita combinação de salário alto e baixo estresse. A medição de estresse para cada ocupação foi apresentada em uma escala de 0 a 100, na qual as menores taxas representam menos estresse. A lista foi apresentada pelo site Business Insider.
Extintor ABC? No futuro você talvez possa apagar incêndios com… o som do carro!
Desde 1º de janeiro de 2015, o Conselho Nacional de Trânsito está tentando implementar definitivamente a adoção de extintores de incêndio do tipo ABC nos veículos de passeio brasileiros. O motivo é que o pó químico do extintor ABC é capaz de apagar as chamas de materiais sintéticos como o tecido e a espuma dos bancos, como podemos ver no vídeo abaixo:
Brincadeiras à parte, o extintor é um equipamento útil em caso de princípio de incêndio, quando você avista as chamas ainda em baixa intensidade. Até o começo deste ano, os carros podiam rodar com os extintores do tipo BC e ABC. O extintor BC é designado para combater incêndio causado por líquidos inflamáveis e equipamentos elétricos, mas não é recomendado para materiais sólidos como tecidos, espuma, plásticos e borrachas. Por isso, o Conselho Nacional de Trânsito decidiu tornar obrigatório o uso do extintor ABC — o “A” designa a capacidade de combater chamas em materiais sólidos. Atualmente não há um extintor capaz de combater todo tipo de incêndio. Existem cinco tipos de extintores – A, ABC de pó químico e de halotron, BC, D e K. O tipo A combate incêndio em sólidos; o AB em sólidos e líquidos; o ABC em sólidos, líquidos e em circuitos elétricos; o D em metais; e o K em gorduras, óleos e graxas. É por isso que você não deve
Governo brasileiro vai gastar R$ 60 milhões para reformar e doar uma usina térmica para a Bolívia
Em meio a uma crise de energia que vem assolando o Brasil e em busca de fontes alternativas para evitar um racionamento, o governo brasileiro vai gastar R$ 60 milhões para reformar e doar uma usina térmica para a Bolívia. O Ministério de Minas e Energia está nas tratativas finais para viabilizar a negociação. Você pode conferir os detalhes nesse link da Câmara dos Deputados.
A usina térmica Rio Madeira pertence até então à Eletronorte, uma das empresas do grupo Eletrobras. Inaugurada no final da década de 80, ela foi uma das responsáveis por abastecer os estados de Rondônia e Acre por 20 anos. Com potência de 90 megawatts, o empreendimento fica em Porto Velho (RO) e é capaz de fornecer energia para uma cidade de 700 mil habitantes, por exemplo. A usina precisa passar por uma “recauchutagem geral” para entrar novamente em operação. Antes de doá-la, a Eletronorte vai converter a usina para gás natural, combustível em abundância na Bolívia. Essa reforma, com o transporte e montagem na Bolívia, custará R$ 60 milhões. O dinheiro já foi transferido pelo governo para a Eletronorte, responsável pela reforma. Uma usina térmica nova, com capacidade de 100 MW, custa hoje em torno de R$ 100 milhões.
A definição de inovação nos leva a considerar três “palavras chave”, que constituem sua “alma”, seus fundamentos: • Ela é baseada em satisfazer a uma necessidade, proveniente da sociedade, de sinalizações do mercado, etc. • Ela exige o exercício da criatividade, já que é baseada na criação de algo sempre novo ou significativamente melhorado, para atender, do melhor modo possível, aos requisitos apontados pela necessidade; • E ela exige ousadia, já que, para valer, deve ser implementada, funcionar, agregar valor, alterar e/ou melhorar algo.
Então, tudo indica que pessoas ou instituições inovadoras devem: • Sempre praticar o exercício de ouvir/conferir a sociedade, o mercado – o que está acontecendo? O que está sendo feito pelos
Interessante! Os conceitos de engenharia e inovação, quando vistos em conjunto, apresentam tantos pontos em comum que é possível afirmar, com certeza, que o engenheiro, por natureza, deve ser um inovador… Por quê? Vamos lá… O engenheiro, por definição, é aquele que utiliza seus conhecimentos e habilidades para “converter recursos naturais para criação de algo que atenda as necessidades humanas”. Já inovação é o “lançamento de algo novo, comercialmente bem sucedido, que atende a uma necessidade específica do mercado” (logo, também da sociedade…)
E aí está! O engenheiro e o inovador apresentam total convergência em suas funções, focadas que são em uma clara visão de serviço e evolução da sociedade. Assim, este é um ponto a considerar por nós, que trabalhamos com engenharia: devemos sempre estar preocupados em inovar, desenvolvendo cada vez mais melhores e modernas soluções para os problemas da sociedade… Imagem de shutterstock.com
Conheça a história do criador do WhatsApp, de faxineiro a bilionário Com a venda do WhatsApp para o Facebook por bilhões de dólares, o ucraniano Jan Koum, um dos criadores do WhatsApp, passou a fazer parte do clube de bilionários do Vale do Silício. Segundo a revista Forbes, ele deve passar agora a ter um patrimônio equivalente a US$ 64 bilhões, em dinheiro e ações do Facebook. Só que, diferente de outras personalidades do mundo da tecnologia, como Bill Gates, Mark Zuckerberg e Larry Page, Koum veio de uma família pobre e passou por dificuldades na sua adolescência. Jan Koum nasceu no dia 24 de fevereiro no ano de 1976 em uma vila próxima a Kiev a capital da Ucrânia e foi para os Estados Unidos aos 16 anos com sua mãe. Nessa época, sua família entrou para o programa de assistência social para imigrantes e Koum tinha que ir semanalmente até o posto social de Mountain View para pegar um vale-alimentação que ajudava a pagar as contas de casa. O pequeno apartamento em que Jan morava também foi cedido pelo governo dos EUA.
Tartaruga ganha casco feito por impressora 3D Próteses feitas por impressoras 3D têm obtido resultados formidáveis, tanto em humanos como animais, e a tartaruga-leopardo Cleopatra é o mais novo exemplo do uso da tecnologia. O casco vermelho dela foi feito por Roger Henry, um estudante de design da Colorado Technical University, em um trabalho que consumiu cerca de 600 horas. A prótese é feita de poliácido lático, um plástico biodegradável obtido de materiais naturais (no caso, o milho), e vai ajudar Cleopatra a se proteger de outras tartarugas (elas brincam e se acasalam subindo umas nas outras) e poder se virar caso fique de cabeça para baixo. Cleopatra sofria de malformações no casco devido à sua dieta rica em proteínas.Com isso, apareceram fendas e estruturas parecidas com pirâmides, deixando a proteção mais fraca, mais propensa a rachaduras e infecções. As tartarugas-leopardo são herbívoras. Veja mais fotos.